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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

WinRAR


WinRAR é um software compactador e descompactador de dados com licença shareware programado por Alexander Roshal. Pode comprimir descomprimir arquivos nos formatos RAR, ZIP e muitos outros. Pode também criar novos arquivos nos formatos RAR e ZIP.
Existe ainda, para outros sistemas operacionais o software RAR, do mesmo autor e com funções idênticas.

Com suporte completo (adicionar, editar e extrair)

Com suporte incompleto (extrair somente)

  • CAB
  • ARJ
  • LZH
  • TAR
  • GZ e TAR.GZ
  • BZ2 e TAR.BZ2
  • ACE
  • UUE
  • JAR (Java Archive)
  • ISO (ISO9660 - Imagem de CD)
  • 7Z
  • Z (Unix compress)
  • Aparência

    A partir da versão 3.50 é possível personalizar o programa, esses temas mudam completamente os ícones e entre outras configurações além da forma padrão.


    Melhorias no WinRAR

    • v4.01
      • Adicionado suporte para tamanhos de arquivos armazenados em formato binário de arquivos TAR. Alguns arquivos TAR usam o formato binário em vez do tamanho real para arquivos maiores que 8 GB;
      • Diversos bugs corrigidos.

    Referências

    1.  WinRAR archiver, a powerful tool to process RAR and ZIP files. rarlabs.com. Página visitada em 25 de fevereiro de 2011.
    2. Temas WinRAR
    3.  RAR News

    Ver também

    • WinZip
    • 7z
    • BraZip, software brasileiro.

    Ligações externas

    • Site oficial (em inglês)
    • Site da WinRAR no Brasil
    • Download da versão portátil

Restrições a helipontos em São Paulo podem ser reduzidas

Vereadores paulistanos vão flexibilizar as normas criadas em 2009 pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD) para os helipontos da cidade. Atualmente, eles só podem funcionar a uma distância mínima de 300 m de escolas e hospitais.
A nova proposta, criada com base em estudos da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, deve reduzir para 200 m essa distância mínima de escolas e hospitais, além de abrir exceções para órgãos públicos e estabelecimentos privados com pontos de pouso.
As regras aplicadas há dois anos são consideradas muito rígidas pelo próprio governo. Dezenas de helipontos deixaram de conseguir registro para funcionar na capital paulista desde 2009, quando as novas normas entraram em vigor. Helipontos de locais nobres, como os de hotéis no Itaim-Bibi e na Avenida Paulista, seguem funcionando de forma irregular. Em janeiro, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) chegou a interditar 16 helipontos com base nas regras municipais.
Em outubro, a Secretaria Municipal do Verde também indeferiu o pedido de alvará de quatro helipontos - incluindo o da torre norte do Condomínio Cetenco Plaza, na Avenida Paulista, que teve a licença negada por funcionar a menos de 300 m do Hospital 9 de Julho.
Na quinta-feira (8), as lideranças governistas ainda costuravam o texto final com o governo. O vereador Milton Leite (DEM) encabeçou o lobby contra as normas atuais. Ele quer uma lei que abra exceção para os casos nos quais os helipontos privados que não gerem mais de 95 decibéis de ruído sejam liberados, mesmo que estejam localizados a menos de 200 m de escolas e creche.

O conforto para seus pés está aqui!!!

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